Ah, meu caro. Aqui estão dois possíveis caminhos.
Você ganhou um pilar para fortalecer um deles e enfraquecer o outro.
Você poderia criar em si, algo novo e muito bom! Quebrar estas tuas amarras tradicionalistas e crescer em si um pensamento novo! Libertar-se do preconceito que tanto critica e praticar aquele velho conceito do amor, aquela velha virtude da sabedoria. Você pode não se tornar sábio, mas pode construir um degrau novo e ver que somos todos iguais, apenas de formas diferentes.
Por que estas antolhas? Está com medo?
As coisas não são como você bem gostaria. Cada caso é um caso. saia de seu degrau de "aprendi muito com a vida" e admita que ainda há muito o que aprender e não será com ironias e deixando o tempo passar que você conseguirá, meu caro.
É uma pena, mas se você quer tanto: Vá. Fique com suas palavras moralistas, mas cheias de rancor, de um passado que você não deixa passar. Fortaleça sua ponte de remorsos e deixe-se ruir ao longo do caminho. Envelheça a sua felicidade e a enfraqueça.
É o preço a se pagar quando se prefere viver no orgulho e na posse, maquiando conceitos para não ver que é você o responsável pelo seu futuro; não se permitindo ver que no mundo há e sempre houveram diferenças que vão muito além da sua compreensão.
E que o tempo venha.
E que a vida venha.
O primeiro não ensina, cria ilusões com nossos esquecimentos. A vida? Esta sim, é cruel e trata de nos trazer ao ponto inicial sempre que possível, para nos dar a oportunidade de recomeçar e sofrer de novo para que possamos aprender o que ela tanto quer.
Autora: Stephanie Santana
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Grandeza
Ei.
Pode parar.
Essa cara de bobo eu conheço bem e sei que de bobo mesmo nada tem.
Também não adianta mascarar-se.
Decidido assim, todos podem até pensar que você tem o mundo em seu controle. Mas eu estou aqui e já que sei que este controle é frágil.
Vem, vem cá.
Temos nossos medos e é juntos que os transformaremos.
Me abraça e se deixa vir. Eu já estou entregue a ti.
Ame.
Ria.
Imagine.
Encante.
Leve tudo ao alcance do infinito, pois lá está seu caminho.
Autora: Stephanie Santana
Autora: Stephanie Santana
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Livro: A Chuva
Já pensou se algum dia sua vida se tornasse o objeto de
diversão de um sociopata?
“- Miserável! - Gritei. - Eu vou...- Ei! Cuidado com os elogios!– Ele parecia falar sério.– É o seguinte, detetive. Espero que você reserve sempre um tempo para mim depois dos assassinatos, pois eu lhe garanto que ligarei.- Assassinatos? – Estranhei o plural.- Você acha mesmo que esse foi o único? Há! Há! Há! O melhor de tudo é saber que você não pode impedir.- O outro lado da linha ficou mudo após uma risada cruel.”
Dimitri é um assassino misterioso e peculiar. Ele cria uma
espécie de jogo de “gato e sapato”, transtornando a vida de Detetive (que não
tem o seu nome revelado). Através de ligações sarcásticas, Dimitri avisa ao
investigador sobre cada um de seus crimes, e a cada crime, deixa uma pista de
seu paradeiro, envolvendo este em uma teia criminal perigosa e aparentemente
infindável.
“A Chuva”, por Ariel Ayres, é uma obra de conteúdo leve e
cativante. A linguagem é simples e clara, capaz de entreter qualquer jovem,
seja de corpo ou apenas de alma. Os diálogos são dinâmicos e objetivos, sem
tornarem-se artificiais. O enredo se desenrola como um labirinto onde até mesmo
o leitor é capaz de se perder em meio à angústia do protagonista. As
personagens são construídas em um âmbito sombrio. Apesar de seu grau de
importância, as mortes chegam a parecer ilógicas e o detetive cada vez mais
confuso. O cenário dá a entender que tudo ocorre em uma grande cidade, onde a
presença da mídia pode influenciar a todos e até mesmo acabar com a carreira de
alguém. Um alguém é o próprio detetive, que se vê pego pelas armadilhas de um
assassino em série misterioso, que aterroriza a sua mente, criando uma
atmosfera angustiante que leva o leitor às ultimas páginas num instante.
Apesar
do final pouco surpreendente, não deixa de ser interessante. O autor consegue
prender o leitor, sem utilizar-se de acontecimentos e informações realmente
desnecessárias. Com suas situações de certa forma grotescas, A Chuva me fez
imaginar a que ponto um ser humano pode chegar por puro medo e desespero. Esta é mais uma das obras que me fazem pensar
sobre quão boa é a literatura atual brasileira.Por Stephanie Santana
Trecho retirado do livro A Chuva, por Ariel Ayres.
Contatos com o autor: ariel.ayres.contato@gmail.com
Blog do autor: arielayres.blogspot.com
sábado, 27 de agosto de 2011
Poema: O Corvo - Edgar Allan Poe
Um corvo, um homem, a dor da perda e um "nunca mais". O poema de Edgar Allan Poe é bastante sombrio e consegue transmitir de uma forma interessante o sentimento do eu-lírico. Este sentimento é descrito de forma bastante tensa e um tanto sem sentido, o que nos leva a perceber quão surreal parece ser a ideia da morte de alguém próximo.
É um poema envolto em uma morte. O eu-lírico mostra-se confuso e triste, devido à morte de sua amada. Numa certa noite, um corvo aparece. Um corvo que sabia falar e que falava apenas "Nunca Mais". O eu-lírico passa então a travar uma conversa, expressar seus sentimentos e escutar o que o corvo tinha-lhe a dizer da forma que ele desejava. Aqui está um trecho:
É um poema mediano, na minha opinião. A linguagem é antiga, porém, não por isso é difícil. Recomendo a tradução feita por Machado de Assis, a qual me parece ser mais facilmente compreensível. A descrição das coisas é interessante, Poe consegue nos levar ao sentimento da falta, que é o que marca o texto. Ainda assim, Poe ainda não me conquistou com suas palavras.
Minha nota de 0 a 10: 05.
Autora: Stephanie Santana
O trecho mostrado neste texto é do poema de Edgar A. Poe, na tradução feita por Machado de Assis.
É um poema envolto em uma morte. O eu-lírico mostra-se confuso e triste, devido à morte de sua amada. Numa certa noite, um corvo aparece. Um corvo que sabia falar e que falava apenas "Nunca Mais". O eu-lírico passa então a travar uma conversa, expressar seus sentimentos e escutar o que o corvo tinha-lhe a dizer da forma que ele desejava. Aqui está um trecho:
Demorei certo tempo para entender o que ele queria passar, mas ainda assim, não sei realmente. Apesar disso, não é algo que eu não entenda simplesmente por não saber interpretar, mas sim porque é um poema que expressa algo que praticamente só aqueles que já sentiram a dor descrita entendem."Abro a janela, e de repente,Vejo tumultuosamente
Um nobre corvo entrar, digno de antigos dias.
Não despendeu em cortesias
Um minuto, um instante. Tinha o aspecto
De um lord ou de uma lady. E pronto e reto,
Movendo no ar as suas negras alas,
Acima voa dos portais,
Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;
Trepado fica, e nada mais.
Diante da ave feia e escura,
Naquela rígida postura,
Com o gesto severo, — o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: "O tu que das noturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Dize os teus nomes senhoriais;
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?"
E o corvo disse: "Nunca mais". "
É um poema mediano, na minha opinião. A linguagem é antiga, porém, não por isso é difícil. Recomendo a tradução feita por Machado de Assis, a qual me parece ser mais facilmente compreensível. A descrição das coisas é interessante, Poe consegue nos levar ao sentimento da falta, que é o que marca o texto. Ainda assim, Poe ainda não me conquistou com suas palavras.
Minha nota de 0 a 10: 05.
Autora: Stephanie Santana
O trecho mostrado neste texto é do poema de Edgar A. Poe, na tradução feita por Machado de Assis.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Máscaras
O tempo passa. Revoluções, vitórias, lutas, perdas e ganhos ocorrem.
A sociedade muda. Porém, por se ver mudada, as pessoas se amcodam. As antolhas são recolocadas.
Sutilmente, tudo volta a ser igual de forma diferente.
No final, convenhamos, seja no Brasil ou na Europa, NADA muda, só adquire novas máscaras.
A sociedade muda. Porém, por se ver mudada, as pessoas se amcodam. As antolhas são recolocadas.
Sutilmente, tudo volta a ser igual de forma diferente.
No final, convenhamos, seja no Brasil ou na Europa, NADA muda, só adquire novas máscaras.
domingo, 19 de junho de 2011
Nada Mais
Nada pode modificar um momento.
Nada é impossível. Além do mais, existe realmente o impossível?
Nada é impossível. Além do mais, existe realmente o impossível?
Sonhos refletem nosso ser.
Despertam esperança e nos ajudam a lutar.
Já pensou se a vida fosse "perfeita", se não houvesse as dificuldades, os erros?
Chato seria.
O que é a vida sem desafios?
Sem o erro que nos ajuda a enxergar o novo, a tentar de novo, a seguir o que queremos de forma diferente. Sem o erro que nos faz aprender?
Sem o erro dos outros que nos ensina o perdão e o valor real de quem errou?
Sem o erro próprio, que ensina a viver, a superar, a vencer, a conhecer a si próprio?
O que seria do mundo com a total "perfeição"?
Seria totalmente "imperfeito".
Sabe o porquê?
Seria totalmente "imperfeito".
Sabe o porquê?
Porque o "perfeito" está em cada detalhe.
Em cada ser. Em cada defeito.
Está no que nos torna únicos num mundo cheio de quem tenta ser igual.
Em cada ser. Em cada defeito.
Está no que nos torna únicos num mundo cheio de quem tenta ser igual.
A vida é muito mais do que pode parecer.
Acredito que a vida nada mais é do que um conjunto de momentos (bons ou ruins).
Alegrias e tristezas.
Tentativas equivocadas e tentativas bem sucedidas.
Perdas e Vitórias.
Virtudes e Pecados.
A vida é a água e o fogo.
É a chama que ilumina um ser num mar de desafios.
Em algum lugar eu vi a frase (de não sei quem), que dizia: "Quem quase morreu, agora vive. Quem quase vive já morreu".
Viva.
Mas viva bem.
Faça de cada bom momento o combustível para a sua vida.
Ame, sorria, abrace, beije.
Viva com simplicidade.
Seja feliz.
Apenas isso. Nada mais.
Por: Stephanie Santana
domingo, 29 de maio de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Livro: Desventuras Em Série - Mau Começo
"Caro Leitor,Após a morte de seus pais em um incêndio, três crianças passam de uma vida muito feliz para uma realidade totalmente infortúna. Sendo adotados pelo monstruoso e ambicioso Conde Olaf, passam a viver em uma casa horrenda e ainda tendo que realizar diversas tarefas nada agradáveis deixadas por seu "amável" tutor.
Sinto muito dizer que o livro que você tem nas mãos é bastante desagradável. Conta a infeliz história de três crianças muito sem sorte. Apesar de encantadores e inteligentes, os irmãos Baudelaire levam uma vida esmagada por aflições e infortúnios. É meu triste dever pôr no papel essas histórias lamentáveis. Mas não há nada que o impeça de largar o livro imediatamente e sair para outra leitura sobre coisas alegres, se é isso que você prefere.
Respeitosamente,
Lemony Snicket"
Como se pode ver, a série de treze livros escrita por Lemony Snicket não começa nada feliz. A primeira obra da série, Mau Começo, já descreve o início de uma jornada de infortúnios vividos por três irmãos que se descobrem órfãos e desabrigados. Apesar de herdarem uma imensa fortuna, eles só podem mecher nela quando Violet Baudelaire, a mais velha, atingir a maior idade. Enquanto isso, eles têm que suportar viver em péssimas condições, incluindo dormir juntos em um quarto praticamente sem móveis, sem luz e com apenas uma cama.
Violet Baudelaire é a mais velha. Apreciadora de mecânica, seus cabelos presos com uma fita para não cair sobre os olhos são o sinal de que ela está a raciocinar alguma invenção.
Claus Baudelaire é o irmão do meio. Grande apreciador da literatura, já leu mais livros do que a grande maioria dos adultos.
Sunny Baudelaire é a caçula. Um bebê adorável que adora mordiscar as coisas e que se expressa através de um vocabulário que parece só fazer sentido aos seus irmãos.
E o último personagem principal e também o vilão da trama, o Conde Olaf é um homem abominável. Com intenções nada boas, ele maltrata e faz o possível para ter a fortuna das pobres crianças.
Snicket, autor fictício e heterônimo de Adam Handler, narra uma terrível estória de uma forma incrível. Com sarcasmo, cinismo e humor sombrio, ele desenvolve um enredo fácil e envolvente. Através de comentários sobre si, a estória e até mesmo sua vida pessoal, ele transmite valores, busca de segurança em si e mostra a ricularidade dos atos humanos, por mais que de uma forma surreal ou não.
É um pouco macabra para uma obra infanto-juvenil, havendo sempre o aviso para parar de ler, pois não terá um final feliz. Mesmo com um enredo e realidade, de certa forma, absurdos, é um livro agradável e criativo. Recomendo à qualquer um, exceto aos amantes de finais felizes.
Obs.: A citação no início da postagem é uma parcela da nota do autor extraída do início do livro.
Por: Stephanie Santana
Imagem: Google
sábado, 11 de dezembro de 2010
Desafio Literário 2011

Obs.: Esta lista está sujeita a modificações.
Todos os anos acontece o Desafio Literário Nacional. Nele há a proposta de leitura de no mínimo 12 livros, um por mês e a feitura de uma resenha do livro que leu. A leitura é livre e a cada mês há um tema diferente. O regulamento e uma apresentação melhor podem ser lidos aqui.
Então... Vamos à lista:
Janeiro - Literatura Infanto-Juvenil
Titular: Desventuras em série: Mau Começo, de Lemony Snicket
Reserva 1: Desventuras em Série: A Sala dos Répteis, de Lemony Snicket
Reserva 2: Desventuras em Série: O Lago das Sanguessugas, de Lemony Snicket
Fevereiro - Biografia e/ou Memórias
Titular: Mais Pesado que o Céu - Uma Biografia de Kurt Cobain, de Charles R. Cross
Reserva 1: Renato Russo - O Trovador Solitário, de Arthur Dapieve
Reserva 2: Olga, de Fernando Moraes
Março - Romance épico
Reserva 1: As Brumas de Avalon - A Senhora da Magia, de Marion Zimmer Bradley
Reserva 2: A Guerra dos Tronos, de George R. R. Martin
Abril - Ficção científica
Titular: Fahrenheit 451, de Ray BradBury
Reserva 1: Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley
Reserva 2: Eu Sou a Lenda, de Richard Metherson
Maio - Livro-reportagem
Nunca li livros desse tipo antes, já que nunca me interessei...Mas espero que eu consiga ler =S (quem sabe eu gosto, né?)
Reserva 1: O Ano em que Trafiquei Mulheres, de Antônio Salas
Reserva 2: O livreiro de Cabul, de Âsne Seierstad
Junho - Peças teatrais
Reserva 1: Hamlet, de William Shakespeare
Reserva 2: O Mercador de Veneza, de William Shakespeare
Julho - Novos Autores
Titular: Todas as Estrelas do Céu, de Emerson Rafael
Reserva 1: Espelho Quebrado, de Lima Neto
Reserva 2: Rede de Sonhos, de Felipe Pan
Reserva 1: Espelho Quebrado, de Lima Neto
Reserva 2: Rede de Sonhos, de Felipe Pan
Agosto - Clássico da literatura brasileira
Reserva 1: Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (Simpatizei com este quando assisti o inicio numa aula de português *-*)
Reserva 2: O Alienista, de Machado de Assis
Setembro - Autores Regionais
Reserva 1: O Cão sem Plumas, de João Cabral de Melo Neto
Reserva 2: Cartas de Amor a Heloísa, de Graciliano Ramos
Outubro - Nobel de Literatura
Reserva 1: Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago
Reserva 2: O Homem Duplicado, de José Saramago
Novembro - Contos
Reserva 1: Os Melhores Contos de Medo, Horror e Morte, de Flávio Moreira da Costa
Reserva 2: Amor Vampiro,Vários Autores
Dezembro - Lançamentos do Ano
Enfim... Espero ler todos, ou pelo menos a maioria. Irei apresentar a vocês todo mês a resenha de algum ou alguns livros, espero que gostem.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
2010 - Fim de Ano
Mais um ano se vai. Esse ano realmente marcou. Tristezas e alegrias vieram e se foram. Cresci bastante. Minhas alegrias foram imensas, me mostraram o quanto algumas pessoas são importantes. A minhas tristezas fizeram coisas ainda melhores: Me mostraram o que sou, quem realmente importa, quem está do meu lado e por quem vale meu esforço em fazer feliz. Às garotas do A.N.E.I.E.A., à Malú, à Mônica F., à Raphaela E., à Brenda G., à Barroso, à Tiago M., à Ariel A., à minha família e tantos outros que se eu citar aqui vou acabar me estendendo demais, devo parte do que sou. Pode parecer "gay"(sem preconceito, ok?), besta, brega ou o que for, mas é a verdade.
Obrigada a todos que me ajudaram a crescer. Obrigada a quem esteve do meu lado, a quem me fez feliz, quem me fez mal e quem saiu de minha vida. Obrigada aos dois primeiros porquê se mostraram deveras incríveis. Obrigada aos dois últimos porquê me ajudaram a crescer e ainda mais aos que saíram de minha vida porquê assim não perco meu tempo em coisas inúteis =D.
Espero que 2011 seja tão bom quanto. Sentirei muita falta daqueles que estarão distantes, mas sei que a distância nunca quebrará coisas verdadeiras.
Imagem e texto por: Stephanie S. (Desculpem pela má qualidade da imagem - pq eu não tenho photoshop ou algo do tipo, pois não tenho paciencia de baixar - e acabei fazendo no paint mesmo =x)
Obrigada a todos que me ajudaram a crescer. Obrigada a quem esteve do meu lado, a quem me fez feliz, quem me fez mal e quem saiu de minha vida. Obrigada aos dois primeiros porquê se mostraram deveras incríveis. Obrigada aos dois últimos porquê me ajudaram a crescer e ainda mais aos que saíram de minha vida porquê assim não perco meu tempo em coisas inúteis =D.
Espero que 2011 seja tão bom quanto. Sentirei muita falta daqueles que estarão distantes, mas sei que a distância nunca quebrará coisas verdadeiras.
Imagem e texto por: Stephanie S. (Desculpem pela má qualidade da imagem - pq eu não tenho photoshop ou algo do tipo, pois não tenho paciencia de baixar - e acabei fazendo no paint mesmo =x)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Entrevista Inédita - Rafaela Menezes
Hoje apresento-lhes, para quem ainda não conhece, Rafaela Menezes (Foto). 15 anos de idade, autora de Anjo de Lupo(que já apresentei em um post) e "O Último Olhar de Brenda Guerra"(conto maravilhoso que mais tarde apresento a vocês) e outras pequenas histórias, dona do blog "Pensamentos de Rafaela" e uma adorável e doida pessoa. A garota é simplismente excelente. Li e indico os livros e histórias que ela escreveu. Infelizmente ainda não publicados, portanto, à editora que desejar ajudá-la, pode conseguir contato com ela através do twitter: @anjodelupo.
Rafaela: Bom, eles podem esperar uma mudança completa de vida e alterar, quem sabe, muitos conceitos sobre "o que seria a morte", e outros assuntos também. É um livro que parece ficção, mas com uma boa interpretação, aprendemos também que pode ser uma grande lição de vida.
Rafaela: Eu que agradeço. Espero que a maioria pense desta forma também. Até a próxima.
Há um tempo eu fiz uma entrevista com ela, que eu estava com preguiça de postar, mas agora, logo abaixo vocês vão conferir. É curta, mas é que assim evito spoilers. =D
Stephanie: Entrevista Relâmpago! Há quanto tempo você escreve?
Rafaela: (Risos) Desde os 03 anos.
Stephanie: Você já começou fazendo livros?
Rafaela: Não, não. Eu comecei escrevendo musicas. Em 2008 eu comecei a escrever livros e hoje em dia sou apaixonada por Anjo de Lupo, meu filhote *o*
[Risos]
Stephanie: E de onde vem sua inspiração para suas obras?
Rafaela: A maioria vem do que estou sentindo no momento. Ou seja, normalmente eu transformo meus sentimentos em ficção.
Stephanie: Bem interessante isso... Você acha que Anjo de Lupo possa se tornar "modinha" ou acredita que se conseguir sucesso, será algo que possa ser lembrado porgerações?
Rafaela: Modinha? Não, mesmo. Até por que, em todas as entrevistas que eu fizer, não falarei de coisas fúteis, ou algo assim. E não gosto de fazer de minhas palavras algo que todos se indentifiquem, fazendo a "modinha". Acho que é muito mais interessante fazer as pessoas pensarem: "Não queria estar no lugar dessa personagem." É muito mais intrigante.
Stephanie: Ham... Então Lupo é uma personagem que faz com que as pessoas não queiram se identificar? O que faz dela uma personagem assim?
Rafaela: Bom, Lupo é uma garota extremamente fechada, por mais que faça coisas normais com seus amigos. O que ela transparece é que ela seja uma pessoa depressiva, mas é o contrário, ela é forte. O que faz com que as pessoas não queiram estar no lugar dela são as terriveis situações que ela passa. São as piores possiveis! Tanto em sua vida normal, quanto na sobrenetural.
Stephanie: Nossa! Me fale um pouco sobre Sírius. Como leitora, arrisco dizer que ele é estranho e intrigante.
Rafaela: Sírius é um cara muito misterioso. Ele tenta ser discreto muitas vezes, mas não consegue esconder segredos. Ele faz de tudo para proteger Lupo e as pessoas que ele ama, de tudo MESMO. Muitas vezes faz a coisa certa da maneira errada, Mas consegue sempre resolver seus problemas.
Stephanie: E para finalizar nossa entrevista: O que os fãns podem esperar dessa nova promessa da literatura?
Rafaela: Bom, eles podem esperar uma mudança completa de vida e alterar, quem sabe, muitos conceitos sobre "o que seria a morte", e outros assuntos também. É um livro que parece ficção, mas com uma boa interpretação, aprendemos também que pode ser uma grande lição de vida.
Stephanie: Rafaela, muito obrigada por ceder esta entrevista. Espero ter mais oportunidades de entrevistá-la, depois de você, quem sabe, chegar ao topo. Sinceramente, torço por você! Seu livro, na minha opinião, é excelente e acredito que seja algo que perdure por gerações. Até mais!
domingo, 3 de outubro de 2010
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